Alternativa ao MFIT Personal
Por FitTrack Publicado em 19/08/2026 Atualizado em 20/08/2026 7 min de leitura
Quem procura alternativa ao MFIT quase nunca está insatisfeito com a tela de montar treino. O incômodo costuma ser outro: o aluno não abre o que você entrega, e você descobre que perdeu o cliente quando ele já sumiu. É por aí que esta comparação começa, e o preço fica para o fim, onde ele pertence.
Antes de comparar recurso, responda uma pergunta
Somos concorrentes do MFIT, então este texto tem um interesse óbvio, e o jeito de ele ser útil mesmo assim é dizer onde cada um ganha, com a fonte na mão.
Quase toda plataforma brasileira compete no mesmo terreno: prescrever treino mais rápido. Só que prescrição raramente é o gargalo de quem já trabalha com aluno. Os dois problemas que mais aparecem são outros: o aluno não abre o que foi entregue, e o profissional descobre que perdeu o cliente quando ele já sumiu.
Se a sua resposta é a primeira, pule para a seção sobre onde o MFIT ganha, porque a resposta honesta é ficar onde você está. Se é a segunda, o resto do texto é sobre isso.
O que o FitTrack faz e o MFIT não anuncia
Quatro pontos, conferidos nas páginas públicas das duas empresas em agosto de 2026.
Você fotografa a ficha e ela entra no app. A leitura de treino por foto transcreve exercícios, séries e cargas de uma ficha de papel ou de um print, e joga tudo no editor para você conferir antes de enviar ao aluno. O que a IA faz aqui é transcrever, nunca prescrever: campo que não aparece na foto volta em branco, e nada é enviado sem a sua revisão. É o que encurta a parte mais chata de trocar de plataforma, que é recadastrar o que já existe. Está nos planos pagos, com limite de 10 leituras a cada 30 dias.
O painel avisa antes de o aluno sumir. Sete dias sem treino marcam o aluno como em risco, quatro a seis dias marcam como atenção, e a lista do painel já vem ordenada por isso, com um botão que abre a conversa com a mensagem inicial escrita. O MFIT também manda lembretes, e são bons lembretes: aniversário do aluno, plano vencendo em sete dias, reavaliação física a renovar. Mas todos são data de calendário. Nenhum deles olha para a queda de frequência, que é o sinal que chega antes do cancelamento.
Uma página pública sua, que o Google indexa. Cada profissional aprovado recebe fittrack.com.br/@seunome, com bio, método, pacotes com preço, depoimentos, galeria, perguntas frequentes, formulário de contato e o selo de CREF verificado. O MFIT também oferece uma página de vendas, e ela é bem feita. A diferença é o endereço: a nossa entra no sitemap do site e é rastreável pelo Google, então ela trabalha para você fora do app, e é o link que faz sentido na bio do Instagram.
Um app que o aluno tem motivo para abrir. Do lado do aluno tem evolução de carga por exercício com estimativa de 1RM, fotos de progresso com comparador de antes e depois, ranking e conquistas. É o oposto do PDF que ele baixa uma vez e nunca mais procura, e é o eixo em que uma plataforma muda o seu resultado, não a sua rotina.
Onde o MFIT ganha, e ganha claro
Três coisas em que ele é melhor hoje, e vale saber antes de mexer em qualquer coisa.
- Biblioteca de exercícios. São mais de 1.800 vídeos, contra cerca de 500 fichas com demonstração aqui. Se a sua rotina é montar fichas variadas em volume, isso pesa todo dia.
- Conciliação automática do pagamento. A Carteira MFIT recebe do aluno dentro do aplicativo, então ela sabe sozinha quando a mensalidade caiu, e bloqueia o inadimplente. No FitTrack o aluno vê a mensalidade e paga no seu Pix, com o dinheiro caindo direto na sua conta, mas é você que marca "recebi", porque o valor não passa por nós em nenhum momento. Bloqueio automático de inadimplente é coisa que o FitTrack não tem.
- Preço de tabela. R$ 10,90 e R$ 39,90 são mais baratos que R$ 19,90 e R$ 59,90. A conta é essa, e a próxima seção mexe nela.
Sobre o segundo item, vale a inversão: o dinheiro do seu aluno não passa por nós, e por isso a comissão é zero. Receber por dentro da plataforma é conveniente, e essa conveniência tem preço em qualquer lugar do mercado. Confira a taxa de qualquer carteira que você avaliar antes de considerar isso uma vantagem líquida, porque a conta é entre a comodidade de não marcar o pagamento à mão e o percentual que sai de cada mensalidade sua, todo mês.
E o Tecnofit Personal, que sempre aparece nessa comparação, tem Starter gratuito e Performance pago, mas o valor do Performance não está publicado em página aberta: é contato comercial. Não é defeito, é modelo, mas é dado relevante para quem compara, porque preço não publicado costuma significar preço negociado por porte.
Agora sim, a conta
| Plataforma | Grátis | 3 alunos | Ilimitado |
|---|---|---|---|
| MFIT Personal | 1 aluno | R$ 10,90 por mês | R$ 39,90 por mês |
| FitTrack, tabela | 1 aluno | R$ 19,90 por mês | R$ 59,90 por mês |
| FitTrack, fundador | 1 aluno | R$ 19,90 por mês | R$ 19,90 por mês |
Preços das páginas públicas do MFIT e da nossa, conferidos em 20 de agosto de 2026.
A oferta de fundador é para os 100 primeiros profissionais que assinam, dá alunos ilimitados por R$ 19,90 por mês e mantém esse valor enquanto a assinatura estiver ativa. Restam 54 vagas, número lido no nosso banco quando esta página foi gerada. Contra os R$ 39,90 do ilimitado do MFIT, é metade do mensal, com o teto de alunos removido.
Dito isso, preço é o argumento mais fraco dos dois lados, e é bom lembrar por quê. A diferença entre R$ 39,90 e R$ 59,90 é R$ 20 por mês, ou R$ 240 no ano. Um aluno que desiste no segundo mês custa mais do que isso: se você cobra R$ 400 por mês e ele sai três meses antes do que sairia, foram R$ 1.200. O mensal da plataforma é a menor linha da sua planilha, e é a única que a gente fica comparando.
Como testar sem trocar de vez
Trocar de plataforma no meio do mês, com todos os alunos de uma vez, é a pior forma de decidir. Nenhuma plataforma do mercado importa a base de treinos da outra, então a migração real é recadastrar, e recadastrar tudo num fim de semana é como você aprende a odiar a ferramenta nova.
O caminho que dá menos trabalho:
- Rode um aluno só. O degrau gratuito aceita um aluno ativo, sem cartão. Escolha um que treina com frequência e que te dá retorno.
- Suba a ficha dele pela foto. Fotografe o treino que já existe, confira o que a leitura trouxe e salve como modelo. Se um dia você migrar o resto, é assim que vai ser.
- Deixe os outros onde estão. Não existe problema em operar em dois lugares por um mês.
- Meça uma coisa só: aquele aluno abre o app? Ele registra a série? Você consegue ver a carga dele subindo?
Para o passo 4 você precisa de uma régua de carga, e ela não depende de plataforma nenhuma: a calculadora de 1RM deste site estima o máximo do aluno a partir de uma série que ele já fez, e serve de linha de base para comparar com o mês seguinte.
Se a resposta for não, você acabou de economizar a dor de recadastrar tudo. Isso é um resultado útil, e foi de graça.
O quadro completo
Este texto compara duas plataformas porque é o que a busca por alternativa costuma querer. O comparativo entre os apps para personal trainer coloca seis lado a lado, com preço, limite de alunos e o que cada uma resolve melhor, e tem uma seção dedicada a onde o FitTrack não é a melhor escolha.
Preço de software muda, e vaga de oferta acaba. Os valores aqui foram conferidos em 20 de agosto de 2026 nas páginas públicas de cada empresa, e a data está no rodapé de propósito: confira na fonte antes de decidir.
Perguntas frequentes
Qual a melhor alternativa ao MFIT Personal?
Depende do que está te incomodando, e vale ser específico antes de comparar preço. Se o incômodo é montar treino mais rápido, o MFIT é forte nisso e tem a biblioteca maior do mercado brasileiro, com mais de 1.800 vídeos. Se o incômodo é que o aluno não abre o que você entrega, ou que você só descobre a desistência depois que ela aconteceu, a comparação muda de eixo e passa a ser sobre adesão. É nesse segundo eixo que o FitTrack é diferente, com alerta de aluno em risco por queda de frequência e um app que o aluno tem motivo para abrir.
O que o FitTrack tem que o MFIT não tem?
Quatro coisas, conferidas nos materiais públicos das duas empresas em agosto de 2026: leitura de treino por foto, em que a IA transcreve uma ficha fotografada para dentro do app e você confere antes de enviar; alerta de aluno em risco medido na frequência de treino, e não em data de calendário; uma página pública sua em fittrack.com.br/@seunome, indexada pelo Google e listada no sitemap do site; e um app do aluno com evolução de carga por exercício, fotos de progresso com comparador e ranking.
Quanto custa o MFIT Personal?
Na página pública de assinaturas, consultada em 20 de agosto de 2026: plano gratuito com limite de 1 aluno, R$ 10,90 por mês no plano de 3 alunos e R$ 39,90 por mês no plano de alunos ilimitados, todos com 10 dias de teste sem cartão. Preço de software muda, então confira na fonte antes de decidir.
O FitTrack é mais barato que o MFIT?
No preço de tabela, não: R$ 19,90 até 3 alunos e R$ 59,90 no ilimitado, contra R$ 10,90 e R$ 39,90 do MFIT. Na oferta de fundador, sim, e por uma margem grande: os 100 primeiros assinantes levam alunos ilimitados por R$ 19,90 por mês, metade do ilimitado do MFIT, com o preço mantido enquanto a assinatura estiver ativa. Restam 54 vagas, número lido no nosso banco quando esta página foi gerada.
Quanto custa o Tecnofit Personal?
O Tecnofit Personal tem dois planos, Starter gratuito e Performance pago, mas o valor do Performance não está publicado em página aberta: é preciso entrar em contato. Isso não é defeito, é modelo comercial, mas é um dado relevante para quem está comparando, porque preço não público costuma significar preço negociado por porte.
Dá para migrar os treinos de uma plataforma para outra?
Não automaticamente, e isso vale entre quaisquer duas plataformas do mercado. Nenhuma importa a base de treinos da outra, então a migração real é recadastrar. No FitTrack dá para encurtar esse trabalho de dois jeitos: fotografando a ficha que já existe, para a IA transcrever e você conferir, e salvando o treino como modelo para aplicar nos outros alunos. Ainda assim, o caminho que dá menos trabalho é migrar por aluno, conforme cada um renova.
Preciso de CREF para usar essas plataformas?
Para prescrever treino a terceiros, sim. A Resolução CONFEF 542/2024 exige que o atendimento à distância informe nome e número de registro de forma visível. O FitTrack recusa a prescrição de quem não tem CREF cadastrado e assina cada treino com o nome e o registro de quem prescreveu, e o aluno vê essa assinatura na ficha.
Um aluno de graça para testar sem trocar de vez
O degrau gratuito do FitTrack aceita um aluno ativo, sem cartão. Dá para rodar um aluno aqui e o resto onde você já está, e comparar com o seu caso em vez de com a lista de recursos de ninguém.
Fontes
- MFIT Personal. Páginas públicas de assinaturas, prescrição de treinos, gerenciamento de alunos e gestão financeira em mfitpersonal.com.br, consultadas em 20 de agosto de 2026: plano gratuito com 1 aluno, R$ 10,90 por mês para 3 alunos e R$ 39,90 por mês para alunos ilimitados, com 10 dias de teste; biblioteca com mais de 1.800 vídeos; recebimento do aluno pela Carteira MFIT.
- Tecnofit Personal. Documentação pública de suporte, consultada em 20 de agosto de 2026: dois planos, Starter gratuito e Performance pago. O valor do Performance não é publicado em página aberta.
- FitTrack. Preços próprios, conforme a página /seja-profissional em 20 de agosto de 2026: Basic R$ 19,90 até 3 alunos, Team R$ 34,90 até 10 alunos, Ilimitado R$ 59,90. Oferta de fundador: alunos ilimitados por R$ 19,90 por mês para os 100 primeiros profissionais assinantes, com o preço mantido enquanto a assinatura estiver ativa.
- CONFEF. Resolução 542, de 5 de agosto de 2024, DOU de 13 de agosto de 2024. Exige nome e número de registro visíveis no atendimento à distância.